BM: Bom, Thadeu, a gente gostaria de agradecer a sua presença ilustre no Buteco dos Mano. Mas então, como você se sente na posição de entrevistado pelas “minas”?
Mano Thadeu: Então, é uma situação extremamente desconfortável pra mim, porque eu tenho o costume de incomodar as pessoas perguntando (só para refrescar a memória, Tadeu é jornalista), então para mim, pergunta é sinônimo de incômodo, entendeu? Então, como eu é que estou sendo perguntado, acho que...
BM: ... nós estamos te incomodando!
Mano Thadeu: Não, é só uma sensação prévia que eu tenho porque, toda vez que eu vou fazer uma entrevista, o povo de antemão já vai achando que eu vou... que eu vou encher o saco. Então pra mim, entrevista é isso, é tipo a pessoa sabendo que eu vou incomodar. É isso.
BM: Qual é o seu maior fetiche? Já o realizou?
Mano Thadeu: Sabe que eu nunca fiquei pensando nisso? Eu penso isso na hora que eu to tr******... Eu não fico assim: “ah, tô levando a guria pra casa, o que que eu vou fazer com ela de fetiche que eu ainda não fiz e que eu quero fazer?” Pra mim o maior fetiche é ter a foda que você quer ter, seja quando você quer ter uma parada mais de boa, uma parada...
BM: ...romântica, com carinho?! (risos)
Mano Thadeu: É! Ou quando quer ter uma preliminar de três horas, ou quando você quer não ter preliminares... Acho que isso é o meu fetiche, é tu conseguir encontrar o ritmo que tu quer com a guria. Mas claro, é probabilidade, às vezes tu quer de um jeito e a guria quer do outro e o contrário né mas... (Bah, mas o Felipe Tadeu é gaúcho, tchê?!). Mas assim, tem uma coisa que eu ainda não fiz e que preciso fazer que é tr**** ouvindo música muito alta, fuderosamente alta, tipo assim incomodando...
BM: Numa festa, então?
Mano Thadeu: Não, em casa mesmo, antes de tr****: “Peraí, deixa eu pegar o computador e botar o som no talo!”
BM: E que música?
Mano Thadeu: Ah, rock’n’roll mesmo, eu sou do rock’n’roll, porque eu já fiz isso com blues, eu me arrependi, foi uma bosta...
BM: Por quê?
Mano Thadeu: Foi o seguinte: é que foi na casa da minha avó, sacou?! (risos!!!)
BM: Que ela não leia isso!!
Mano Thadeu: Ah, se ela ler não tem problema nenhum, não. E aí lá tinha DirecTv, e o canal de rock deles é péssimo, aí como eu tinha que escutar música por causa do barulho, por causa da minha avó, eu botei blues porque sabia que ia ser menos pior pra ela, na questão de incômodo. Só que aí não foi legal, blues é meio... É muito música de velho pra... “fazer amor”. (risos!)
BM: Qual a maior loucura que você já fez por amor? Se não fez, já pensou em fazer? O quê?
Mano Thadeu: A maior loucura de amor que eu já fiz... Foi pela Carla. Eu falo por ela porque foi meu primeiro amor, aí quando tem o primeiro amor tudo é diferente, né. Mas aí, acho que foi... A maior loucura de amor que eu fiz por ela foi insistir em querê-la. Deu trabalho, muito trabalho! Mas como eu tinha 13, 14 anos, perder 1 ano atrás de uma menina não é tão problemático.
BM: Foi 1 ano pra conseguir conquistar? E como você conseguiu conquistar?
Mano Thadeu: É. Sei lá, um dia eu consegui. Ah, insistindo, era público e notório que eu gostava dela e tal, e ela segurava minha onda, Um dia gente fez uma festa na casa da minha mãe lá no Park Way, com um amigo nosso, uma festa surpresa... Na verdade era uma festa surpresa pra ela. Aí como todo mundo sabia que eu era afim dela, se eu enrolasse ela pra ter uma DR, ela iria achar esperado. Então como era festa surpresa, eu fiquei encarregado de enrolá-la no quarto enquanto levavam o bolo...
BM: Aí você aproveitou e CRÉU!!! (risos)
Mano Thadeu: Não, então, eu fui com o objetivo de enrolar ela mesmo, como eu já tinha levado um milhão de foras... Então fui com o objetivo de enrolar por causa do bolo... Mas aí a gente ficou!
BM: Tadeu, você concorda com a frase: “Onde se ganha o pão não se come a carne”?
Mano Thadeu: Humm, me explica essa frase porque eu nunca tinha ouvido falar dela!
BM: Bom, no trabalho, você não...
Mano Thadeu: Ah, que isso, jornalismo é a maior putaria!! (risos) Não tem o menor problema não.
BM: Você acha que não tem o menor problema, vai, tem aqueeela noite com a colega de trabalho, chega no outro dia: “Bom dia.”, como se nada tivesse acontecido?
Mano Thadeu: Menor problema! Porque é o seguinte: no jornalismo, tem dois “colegas” de trabalho né: o jornalista, e quem trabalha com você no meio, por exemplo, um deputado, uma fonte e tal. Da fonte, eu não sou nem amigo! Com o objeto do meu trabalho eu nem almoço, eu sou extremamente profissional. Agora com quem é jornalista, não tem o menor problema não...
BM: Mas já aconteceu com você?
Mano Thadeu: Acontecer, já aconteceu, mas não sei se se enquadra nessa situação porque eu era estudante de jornalismo né...
BM: Ahhh não, a gente está falando de ambiente de trabalho!
Mano Thadeu: Ah, não, eu trabalhei na Carta Capital com um homem de 42 anos, eu trabalho hoje com um homem de 32, onde é que eu vou arranjar mulher pra comer no trabalho?? Assim, em todos os lugares é sempre só eu e uma pessoa, não é redação, eu trabalho de casa mesmo...
BM: O que você faria pra conseguir um furo de reportagem?
Mano Thadeu: Só o que é honesto. Nunca... Igual eu falei, nem almoço com pessoa, nem afago ego de fonte pra ver se eu consigo matéria, só faço o que é honesto. Ainda mais que eu sou meio antipático e tal, então nem posso tentar algo puro, só faço o que eu me permitir de honesto.
BM: Mas você já ficou sabendo de algo, assim, que você ficou de cara?
Mano Thadeu: Ah, por exemplo... Se você puxar o saco de um deputado, ficar jogando conversa fora com ele, é possível você conseguir alguma coisa. Não necessariamente um furo, mas o rastro de alguma coisa que pode levar a um furo. Mas isso eu não faço, eu não faço porque eu não tenho saco pra ficar amigo dessa galera. Assim, o que eu faria, por exemplo, que eu não vejo o menor problema, é roubar documento! (risos)
BM: Ahhh, nada ilegal!! Hahahhaha!
Mano Thadeu: Nãaaao, sabe por quê? Porque na minha concepção, documento é fruto do trabalho de uma pessoa pública, se a pessoa é pública, o trabalho dela é público...
BM: Ah não, mas então documento que você fala não é documento pessoal...
Mano Thadeu: Não, não... Por exemplo, um contrato de uma empreiteira com o governo, como o dinheiro é público... E o que eu digo de roubar é o seguinte: o documento tá aqui, eu vou pegar ele. Mas não roubar documento pessoal. Nem afagar ego, nunca fiz nada disso. O único furo que eu já peguei na vida, eu não roubei documento nenhum, foi tudo pelo portal da transparência, internet, governo... Sem mistério. O site tá lá, as informações estão lá...
BM: Posso reformular a pergunta?? O que você faria por um furo?? (risos!)
Mano Thadeu: Tem um trocadilho sexual nisso, é? (risos) Então, do mesmo jeito, eu não movo montanhas nem por reportagem nem por uma bu****! (ahahaha!) Eu faço só o que está ao meu alcance! Vou te dar um exemplo, assim, “Ah, você vai encontrar uma guria hoje que se você botar uma roupinha assim, mais de nerdzinho, ela vai gostar.” Eu não me adapto ou crio personagens pra mulheres. O que é um erro né, porque eu já perdi muita bu**** com isso!
BM: Aaaai que palavreado chulo! (risos!)
Mano Thadeu: Então, é uma situação extremamente desconfortável pra mim, porque eu tenho o costume de incomodar as pessoas perguntando (só para refrescar a memória, Tadeu é jornalista), então para mim, pergunta é sinônimo de incômodo, entendeu? Então, como eu é que estou sendo perguntado, acho que...
BM: ... nós estamos te incomodando!
Mano Thadeu: Não, é só uma sensação prévia que eu tenho porque, toda vez que eu vou fazer uma entrevista, o povo de antemão já vai achando que eu vou... que eu vou encher o saco. Então pra mim, entrevista é isso, é tipo a pessoa sabendo que eu vou incomodar. É isso.
BM: Qual é o seu maior fetiche? Já o realizou?
Mano Thadeu: Sabe que eu nunca fiquei pensando nisso? Eu penso isso na hora que eu to tr******... Eu não fico assim: “ah, tô levando a guria pra casa, o que que eu vou fazer com ela de fetiche que eu ainda não fiz e que eu quero fazer?” Pra mim o maior fetiche é ter a foda que você quer ter, seja quando você quer ter uma parada mais de boa, uma parada...
BM: ...romântica, com carinho?! (risos)
Mano Thadeu: É! Ou quando quer ter uma preliminar de três horas, ou quando você quer não ter preliminares... Acho que isso é o meu fetiche, é tu conseguir encontrar o ritmo que tu quer com a guria. Mas claro, é probabilidade, às vezes tu quer de um jeito e a guria quer do outro e o contrário né mas... (Bah, mas o Felipe Tadeu é gaúcho, tchê?!). Mas assim, tem uma coisa que eu ainda não fiz e que preciso fazer que é tr**** ouvindo música muito alta, fuderosamente alta, tipo assim incomodando...
BM: Numa festa, então?
Mano Thadeu: Não, em casa mesmo, antes de tr****: “Peraí, deixa eu pegar o computador e botar o som no talo!”
BM: E que música?
Mano Thadeu: Ah, rock’n’roll mesmo, eu sou do rock’n’roll, porque eu já fiz isso com blues, eu me arrependi, foi uma bosta...
BM: Por quê?
Mano Thadeu: Foi o seguinte: é que foi na casa da minha avó, sacou?! (risos!!!)
BM: Que ela não leia isso!!
Mano Thadeu: Ah, se ela ler não tem problema nenhum, não. E aí lá tinha DirecTv, e o canal de rock deles é péssimo, aí como eu tinha que escutar música por causa do barulho, por causa da minha avó, eu botei blues porque sabia que ia ser menos pior pra ela, na questão de incômodo. Só que aí não foi legal, blues é meio... É muito música de velho pra... “fazer amor”. (risos!)
BM: Qual a maior loucura que você já fez por amor? Se não fez, já pensou em fazer? O quê?
Mano Thadeu: A maior loucura de amor que eu já fiz... Foi pela Carla. Eu falo por ela porque foi meu primeiro amor, aí quando tem o primeiro amor tudo é diferente, né. Mas aí, acho que foi... A maior loucura de amor que eu fiz por ela foi insistir em querê-la. Deu trabalho, muito trabalho! Mas como eu tinha 13, 14 anos, perder 1 ano atrás de uma menina não é tão problemático.
BM: Foi 1 ano pra conseguir conquistar? E como você conseguiu conquistar?
Mano Thadeu: É. Sei lá, um dia eu consegui. Ah, insistindo, era público e notório que eu gostava dela e tal, e ela segurava minha onda, Um dia gente fez uma festa na casa da minha mãe lá no Park Way, com um amigo nosso, uma festa surpresa... Na verdade era uma festa surpresa pra ela. Aí como todo mundo sabia que eu era afim dela, se eu enrolasse ela pra ter uma DR, ela iria achar esperado. Então como era festa surpresa, eu fiquei encarregado de enrolá-la no quarto enquanto levavam o bolo...
BM: Aí você aproveitou e CRÉU!!! (risos)
Mano Thadeu: Não, então, eu fui com o objetivo de enrolar ela mesmo, como eu já tinha levado um milhão de foras... Então fui com o objetivo de enrolar por causa do bolo... Mas aí a gente ficou!
BM: Tadeu, você concorda com a frase: “Onde se ganha o pão não se come a carne”?
Mano Thadeu: Humm, me explica essa frase porque eu nunca tinha ouvido falar dela!
BM: Bom, no trabalho, você não...
Mano Thadeu: Ah, que isso, jornalismo é a maior putaria!! (risos) Não tem o menor problema não.
BM: Você acha que não tem o menor problema, vai, tem aqueeela noite com a colega de trabalho, chega no outro dia: “Bom dia.”, como se nada tivesse acontecido?
Mano Thadeu: Menor problema! Porque é o seguinte: no jornalismo, tem dois “colegas” de trabalho né: o jornalista, e quem trabalha com você no meio, por exemplo, um deputado, uma fonte e tal. Da fonte, eu não sou nem amigo! Com o objeto do meu trabalho eu nem almoço, eu sou extremamente profissional. Agora com quem é jornalista, não tem o menor problema não...
BM: Mas já aconteceu com você?
Mano Thadeu: Acontecer, já aconteceu, mas não sei se se enquadra nessa situação porque eu era estudante de jornalismo né...
BM: Ahhh não, a gente está falando de ambiente de trabalho!
Mano Thadeu: Ah, não, eu trabalhei na Carta Capital com um homem de 42 anos, eu trabalho hoje com um homem de 32, onde é que eu vou arranjar mulher pra comer no trabalho?? Assim, em todos os lugares é sempre só eu e uma pessoa, não é redação, eu trabalho de casa mesmo...
BM: O que você faria pra conseguir um furo de reportagem?
Mano Thadeu: Só o que é honesto. Nunca... Igual eu falei, nem almoço com pessoa, nem afago ego de fonte pra ver se eu consigo matéria, só faço o que é honesto. Ainda mais que eu sou meio antipático e tal, então nem posso tentar algo puro, só faço o que eu me permitir de honesto.
BM: Mas você já ficou sabendo de algo, assim, que você ficou de cara?
Mano Thadeu: Ah, por exemplo... Se você puxar o saco de um deputado, ficar jogando conversa fora com ele, é possível você conseguir alguma coisa. Não necessariamente um furo, mas o rastro de alguma coisa que pode levar a um furo. Mas isso eu não faço, eu não faço porque eu não tenho saco pra ficar amigo dessa galera. Assim, o que eu faria, por exemplo, que eu não vejo o menor problema, é roubar documento! (risos)
BM: Ahhh, nada ilegal!! Hahahhaha!
Mano Thadeu: Nãaaao, sabe por quê? Porque na minha concepção, documento é fruto do trabalho de uma pessoa pública, se a pessoa é pública, o trabalho dela é público...
BM: Ah não, mas então documento que você fala não é documento pessoal...
Mano Thadeu: Não, não... Por exemplo, um contrato de uma empreiteira com o governo, como o dinheiro é público... E o que eu digo de roubar é o seguinte: o documento tá aqui, eu vou pegar ele. Mas não roubar documento pessoal. Nem afagar ego, nunca fiz nada disso. O único furo que eu já peguei na vida, eu não roubei documento nenhum, foi tudo pelo portal da transparência, internet, governo... Sem mistério. O site tá lá, as informações estão lá...
BM: Posso reformular a pergunta?? O que você faria por um furo?? (risos!)
Mano Thadeu: Tem um trocadilho sexual nisso, é? (risos) Então, do mesmo jeito, eu não movo montanhas nem por reportagem nem por uma bu****! (ahahaha!) Eu faço só o que está ao meu alcance! Vou te dar um exemplo, assim, “Ah, você vai encontrar uma guria hoje que se você botar uma roupinha assim, mais de nerdzinho, ela vai gostar.” Eu não me adapto ou crio personagens pra mulheres. O que é um erro né, porque eu já perdi muita bu**** com isso!
BM: Aaaai que palavreado chulo! (risos!)
BM: Jornalistas fazem interrogatório na hora do sexo?
Mano Thadeu: Nãaao, claro que não!
BM: Ahhh, fala a verdade!
Mano Thadeu: Não mesmo. O que eu faço e vocês já devem ter reparado é que eu faço muita pergunta, várias coisas... Você sabe Diana...
Diana: Eu sei?! o.O
Mano Thadeu: Não to falando de fazer sexo Diana...
Diana: Hahahahahah, tah. Falando assim ficou parecendo que a gente já fez....
(risos)
BM: Você já se utilizou dos serviços de uma profissional do “séquisso”?!
Mano Thadeu: Nunca, nunca... Eu devia até comer prostituta, não comi ainda.
BM: Mas tem vontade?
Mano Thadeu: Não, nunca tive vontade não... Já olhei site de putas de Brasília, achei do caralho, mó gostosas e tal, mas nunca...
BM: Você não pagaria?
Mano Thadeu: Assim, nunca paguei até hoje... Não é assim “ah, tô em casa, vou comer uma puta...”
BM: Em homenagem ao dia dos namorados... (Nooossa, que velha essa entrevista!) O que é um programa romântico pra você? Se você tivesse uma namorada agora, e fosse levá-la pra fazer um programa romântico, o que seria?
Mano Thadeu: Duas opções. Uma é levar pra jantar, se ela achar isso necessário... Assim, eu gosto muito de japonês... Mas assim, o que eu faria invariavelmente com ela, indo pra restaurante ou não, é ir lá pra casa, escutar música, beber e tr****. Isso pode ser romântico sim.
BM: Vou fazer uma pergunta que a gente já fez das outras vezes também, pra gente mostrar as diferentes respostas e tal... Mulheres independentes, bem-sucedidas, te atraem?
Mano Thadeu: Só com essas que eu converso, são elas que me atraem. Com o resto eu nem converso, quanto mais me atrair!
BM: Como jornalista você investiga ou já investigou o passado de suas pretendentes?
Mano Thadeu: Claro, óbvio!
BM: O que você descobriu? Algo tenebroso?
Diana: Eu sei! Eu sei! Eu sei!
Mano Thadeu: O que você sabe??????
(Diana faz aquela cara de suspense!)
Mano Thadeu: Ahhhh, eu investigo tudo mesmo. O que ela fez no passado e o que ela está fazendo hoje.
BM: Como você investiga?
Mano Thadeu: Orkut! E dependendo do histórico e da pessoa eu também fuço o Google.
Diana: É meninas, vocês não estão entendendo! (HUA HA HA – risada macabra)
Mano Thadeu: Pelo Jornal da Comunidade também. Pelos amigos, gente que conhece ela. Eu investigo bastante e só entro numa jogada depois de fuçar.
BM: E o que você descobriu?Algum passado negro?
Mano Thadeu: Descobri coisas ilegais da pessoa!
BM: Drogas?
Mano Thadeu: Negativo, mas não posso falar. Se desligar o gravador eu conto!
BM: Em off então... foi mal leitores!!
(Em off o Thadeu contou pra gente!)
BM: Qual seu tipo de cueca favorito? Aquela que você usa.... ou não!
(Muitas risadas!!!!)
Mano Thadeu: Hahahah, aiai!
BM: Qual a cor, tecido, modelo, tamanho? Aquelas com bastante conteúdo ou não (wtf!?), pequenininhas, samba canção?
Mano Thadeu: Hahahah, na verdade eu não compro roupa, entende?
BM: Ué, quem te dá as cuecas então?
Mano Thadeu: Na verdade quem compra minhas roupas é a Diana.
(Muitas gargalhadas e Diana tentando se explicar...)
Mullets: Diana, você já comprou cueca pra ele?
Diana: Ah suas curiosas, isso fica em off, né?Hahahaha, to brincando gente! É que eu sou a personal stylist dele. Cueca nunca comprei, mas são com minhas dicas que ele anda mais arrumadinho hoje em dia. Levanta aí pra mostrar pras meninas!
Isabela: Não, mas eu quero saber é da cueca! Não quero saber a roupa...
(Thadeu levanta para mostrar a roupa)
BM: O All Star ta legal, a camiseta e a bermuda também. Very Nice!!!
Isabela: E a cueca afinal de contas?
Mano Thadeu: Preta... normal.
Mullets: Preta normal como? o.O
Convidado Misterioso: Posso falar o nome das cuecas? O nome é slip, boxer e semi-boxer.
(Nesse dia contávamos com a ilustríssima presença de nosso convidado misterioso que não queria ser identificado)
Mano Thadeu: Sei lá desses nomes! É aquela normal com a faixa.
BM: Hum, então é a slip com o elástico. Boa escolha!!
Mullets: Tem que botar uma foto pra galera ter noção!!
Ok, aí vai a foto: http://img.posthaus.com.br/Web/posthaus/fotos/71320_600_1.jpg (não é o modelo minha gente... é a CUECA! Hahaha!)
BM: Essa é uma pergunta que já fizemos nas outras entrevistas! Última vez que perguntaremos.... Mulher que libera na primeira noite é massa ou é piranhagem?
Mano Thadeu: Eu acho o seguinte, o que define se a mulher é massa ou é piranha não é se ela vai me dar na primeira noite ou não. As vezes você sai com uma mulher e sabe que ela é piranha mesmo se ela der ou não de primeira, assim como as vezes você também sai com uma guria que é massa e acaba rolando ou não na primeira vez.
BM: Você consideraria ter algo mais com essa pessoa?
Mano Thadeu: Se for massa sim. Tem mulher que se for vagabunda e me der pela primeira vez eu não vou atrás dela, mas não é pelo fato dela ter liberado de primeira. É pelo fato de eu achar que ela não presta...
BM: Qual foi a sua ficada mais constrangedora? Por quê?
Mano Thadeu: A mais constrangedora foi porque ela beijava mal e tinha mau-hálito.
Diana: Ihhhhh, os dois????
Mano Thadeu: É, não sei se uma coisa leva a outra...
BM: É, acho que leva.
Mullets: É, porque aí você fica com nojinho e não aproveita o beijo.
BM: Ex-namorada! Problema ou solução?
Mano Thadeu: Então, eu tenho uma ex-namorada que é super legal, as vezes a gente sai e troca umas idéias. Nunca foi solução no sentido de transar e nem no sentido de ser problema também. A ex-namorada que meu deu trabalho como ex foi a única que eu comi depois. Ou seja, ela foi problema e solução.
Diana: Ok, mas assim... a idéia de uma ex-namorada traz a mente a imagem de alguém...
Mano Thadeu: Não, não, não..... todas as minhas ex-namoradas, com exceção de uma, são pessoas que eu gosto muito até hoje.
Considerações finais:
Mano Thadeu: Esperava mais perguntas voadoras. Vocês ainda estão muito cheias de dedos. Perguntar que cueca a pessoa usa... sei la.
Isabela: Temos que manter um certo nível porque se trata de um “ambiente virtual público” e tal, mas é porque a gente também usa essas perguntas pra satisfazer curiosidades femininas.
Mullets: O lance da cueca normalmente é um fator que pode ser broxante.
Isabela: Exato! E diz um pouco da personalidade da pessoa.
Mano Thadeu: Não, com certeza. Entendo... só estou dando um exemplo.
Isabela: É, confesso que hoje a gente estava menos inspirada.
Mano Thadeu: A pergunta óbvia que vocês não fizeram é “Como você azara uma mulher?”.
Diana: Beleza, então acabou de virar uma pergunta. Responde aí pra gente!
Mano Thadeu: Hum, eu sou meio devagar pra azarar mulher. Eu mais vejo se ela tem abertura do que tento convencer de que posso ser legal. Eu não tento agradar, eu tento descobrir se ela é uma pessoa que vale à pena investir.




Ahhhh finalmente!!! Valeu por postar, fia!!
ResponderExcluirA entrevista do Thadeu ficou MARA!!
E agora bola pra frente com esse blog!
beijosss
Uhuuuuu, depois de séculos vcs postam, hein???
ResponderExcluirMas ficou ótimo me divirto! E achei o máximo ele falar que pesquisa a vida da guria pelo orkut, eu msm sem ser jornalista faço isso: pesquiso a vida dos guri pelo orkut! rrssrsrsr
Bjos rachas!
ahhhhhh, esse texto tá tão grande e ainda tem altos erros de vírgula etc etc etc.... preguiça mor! Amanhã arrumamos isso!
ResponderExcluirfantastic!
ResponderExcluirBjusss da terra da garoa e do frio